quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Voltalia É DENUNCIADA ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos



Olá Araras Azuis!! Hoje trago a vocês mais uma notícia importante!!

A ameaça à sobrevivência das araras-azul-de-lear pela Voltalia, na região de Canudos (BA), ganha mais um capítulo. A empresa foi denunciada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos porque seus projetos arriscam as vidas dos animais e de 600 famílias na Caatinga baiana. Segundo reportagem do Portal O Eco, setenta organizações civis e associações comunitárias assinaram a denúncia.

“A arara-de-lear voltou da beira da extinção por meio de esforços intensivos de conservação nos últimos 35 anos e agora enfrenta o risco de colisões mortais com turbinas e linhas de transmissão”, disse Amy Upgren, diretora da Aliança para Extinção Zero e Programa de Áreas Chave para a Biodiversidade na ABC. A reportagem ainda cita que "o projeto também estaria cercando e bloqueando com estradas e portões o acesso a terras comunais usadas há gerações por moradores da região para criar cabras e gado, levando ao sobrepastoreio e degradação das áreas que restaram."

A que custo vale o discurso da sustentabilidade? A empresa ignora, há 2 anos, pedidos de entidades conservacionistas e comunidades para afastar seu projeto para geração de energia eólica para longe de Canudos (BA). Mais de 83 mil pessoas já assinaram a petição e precisamos, mais uma vez, aumentar a pressão em cima das autoridades. Compartilhe o nosso chamado clicando no link abaixo:


2023 será um ano de luta contra esse projeto e esperamos contar com você!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Estudo confirma existência de araras-azuis anãs

 

 Olá Araras Azuis!!! Tudo Bem? Muitos que me acompanham no Twitter viu que a minha  rotina estava bem puxada! Provas do curso de Auxiliar Veterinaria,Aulas Praticas,ENEM e Fora que eu fiquei um tempinho sem computador!!! Bem agora estou oficialmente de Férias!!! E Isso Significa que vai ter postagens com muita mais frequência no Blog e Nas Redes Sociais!! Há um tempo atrás eu cheguei perguntar para o  Meu professor se existia animais com Nanismo ele logo me respondeu que sim e explicou o que era Nanismo!!! O  Nanismo Hipofisário até é Bem comum em animais!!! Por exemplo: Cães,Gatos,Equinos entre outros animais acometidos!!O nanismo ocorre quando há falta de produção de hormônio do crescimento, uma doença que pode ocorrer em vários  animais e que Se trata de um processo que é diagnosticado quando o animal está crescendo de uma maneira não esperada, de acordo com a estatura de  sua idade e raça!!Esta patologia é caracterizada por uma hipofunção da hipófise hereditária, comumente observada em cães Pastores Alemães. O Nanismo Hipofisário pode ser apenas devido à deficiência do GH ou devido uma combinação de deficiência hormonal da hipófise  (Fonte Trabalho acadêmico Sobre Nanismo: NANISMO HIPOFISÁRIO CANINO:Revisão de literatura e relato de caso Por Samanta Moreira Laporte)  Clique Aqui Para Ler O Trabalho Acadêmico Desta Veterinaria!  Bem eu Usei esse caso como um exemplo do que seria nanismo! Agora vamos parar de enrolar e ir para o Post!! ESTA MATERIA FOI ORIGINALMENTE POSTADA NA REVISTA ELETRONICA PESQUISA FAPESP CLIQUE AQUI PARA LER NO SITE ORIGINAL!1

Quem admira uma arara-azul voando não se dá conta de que, antes de estar pronta para deixar o ninho e ganhar os ares pela primeira vez, a ave foi alvo de cuidados intensivos dos pais por três meses e meio logo após seu nascimento. Graças a um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros no Pantanal e, em menor escala, no Cerrado, foi possível mapear os principais estágios de desenvolvimento de aproximadamente 400 filhotes de Anodorhynchus hyacinthinus, nome científico da espécie, que vivem livremente na natureza. Durante 30 anos, de 1991 a 2021, a bióloga Neiva Guedes, da Universidade Anhanguera-Uniderp, de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, e seus colaboradores monitoraram 473 ninhos naturais e 415 artificiais (feitos pelos próprios pesquisadores) que abrigavam aves recém-nascidas.
O acompanhamento se iniciava com a postura do ovo e terminava quando os filhotes saíam do ninho. Entre os resultados desse esforço de longo prazo, resumidos em artigo científico publicado na revista Scientific Reports de setembro deste ano, está a confirmação da existência de araras-azuis anãs, cujo peso e comprimento total são cerca de um quinto menor em relação à população total da espécie. A cauda das araras anãs também é 70% menor do que a dos exemplares de tamanho considerado normal.

      
      
    
    
    
  
  
  
    
  
      

Indivíduos de dimensões reduzidas já tinham sido observados durante o estudo, mas ainda não haviam sido analisados de forma sistemática. “Identificamos 31 araras anãs entre os filhotes, cerca de 8% da amostra total, mas apenas 15 delas foram analisadas, aquelas que se desenvolveram até voar”, explica Guedes. Ainda não se sabe por que a presença das anãs ocorre na espécie. Como se verifica em outras aves, vários fatores podem influir no desenvolvimento desigual de filhotes de araras, como variações de temperatura e dos níveis de chuva, quantidade, qualidade e disponibilidade de alimentos, diferenças entre os sexos, tamanho da ninhada e ocorrência de doenças.
Entender o que ocorre a partir do nascimento é importante para a conservação da arara-azul. Não migratória e monogâmica, a espécie tem um ciclo reprodutivo lento, com uma baixa taxa reprodutiva. A cada período fértil, que vai de julho a fevereiro, a fêmea põe, em média, dois ovos. No entanto, apenas um filhote geralmente sobrevive. Um exemplar adulto de arara-azul de tamanho normal chega a medir 1 metro (m) da ponta do bico ao final da cauda e a pesar até 1,3 quilograma (kg). Quando estão em fase de crescimento, os filhotes podem atingir até 1,7 kg – o excesso de peso é perdido quando a ave começa a voar.
Edson DinizA população estimada da arara-azul no Pantanal é atualmente de cerca de 6 mil exemplaresEdson Diniz
Conhecida pelas penas de coloração azul profundo, Anodorhynchus hyacinthinus é a maior ave da família dos psitacídeos – não confundir a espécie pantaneira com a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii), de menor porte e encontrada apenas na Bahia. Os psitacídeos reúnem papagaios, periquitos, araras e maritacas que vivem principalmente nas regiões tropicais e subtropicais do planeta. Nos anos 1980 havia apenas 2,5 mil exemplares da arara-azul, então considerada ameaçada de extinção. Hoje, embora a sua população atual seja estimada em cerca de 6 mil aves, ela ainda é vista como em perigo, só que em uma categoria menos crítica, com o status de espécie vulnerável. O aumento da sua população se deveu, em grande parte, ao trabalho de mais de três décadas do Instituto Arara-Azul, organização não governamental da qual Guedes é fundadora e presidente. Há, no entanto, o temor de que as secas e queimadas ocorridas recentemente no Pantanal façam com que a espécie volte a ser classificada como ameaçada de extinção.
O trabalho de campo da equipe coordenada por Guedes começou há três décadas, com a observação de um par de araras defendendo o local escolhido para colocar os ovos. Em 95% das vezes, o ninho é construído em cavidades da árvore manduvi (Sterculia apetala), espécie típica do Pantanal que apresenta grande porte e caule marrom-avermelhado, cuja semente também serve de alimento para as aves. As araras competem entre si e com outras aves por esses buracos, que apenas em árvores com mais de 60 anos atingem as dimensões necessárias para abrigar um ninho da espécie. No estudo, os pesquisadores mediram e pesaram 837 filhotes, mas mais da metade morreu por causas naturais diversas. Por isso, foram incluídos na análise estatística empregada no trabalho somente os 396 filhotes que conseguiram ganhar penas e voar.
Em média, os 381 filhotes de tamanho normal deixaram o ninho com 107 dias de vida, 1,1 kg e 66,7 centímetros (cm) de comprimento total. Já os 15 anões saíram do ninho, também em média, com 126 dias, 938 g e 33,9 cm. Dentro do grupo com tamanho normal, foram medidos e considerados 294 filhotes do primeiro ovo botado e apenas 87 eram resultado do segundo ovo. Entre os filhotes que tiveram seu sexo determinado no estudo, 226 eram fêmeas e 148 machos. Não houve diferenças significativas nos tamanhos das crias de sexos distintos, e apenas o comprimento da cauda foi 24% maior nos machos em relação às fêmeas.
Quando uma ninhada gerou dois filhotes, o primeiro recém-nascido ganhava peso a uma taxa 42% maior do que o irmão, segundo o estudo. “Saber que o segundo filhote cresce mais devagar é importante para programas de manejo ambiental, que podem destinar mais recursos e esforços para a segunda cria”, comenta a bióloga peruana Gabriela Vigo-Trauco. A pesquisadora faz estágio de pós-doutorado na Universidade Texas A&M, dos Estados Unidos, e é uma das diretoras da The Macaw Society, projeto científico que estuda araras e papagaios no Peru desde 1999.
Lucas RochaFihote anão (à esq.) e de tamanho normal com pouco mais de 100 dias de vidaLucas Rocha
Uma subamostra de 42 ovos que geraram 30 filhotes de tamanho normal e eram de ninhos próximos à base do estudo, no Refúgio Ecológico Caiman, no município sul-mato-grossense de Miranda, foi medida com mais frequência, semanalmente. Esse esforço concentrado ajudou os pesquisadores a detalhar os estágios de desenvolvimento da espécie com mais precisão, apesar de ter havido mortes nesse grupo. De acordo com o artigo, três etapas de crescimento foram identificadas: ninhego (entre 0 e 25 dias de vida), na qual as aves recém-nascidas dependem totalmente dos pais para manter o corpo aquecido e ganham peso mais lentamente; filhote (26 a 77 dias), marcada pelo rápido ganho de peso até atingir um pico; e juvenil (78 a 107 dias), momento em que o peso permanece o mesmo até o 90º-95º dia e, em seguida, cai de forma paralela às primeiras tentativas de voo antes da saída permanente do ninho.
“Usamos quatro diferentes modelos matemáticos para descrever o crescimento dos filhotes”, explica Guedes. “Por mais que não acompanhem o desenvolvimento padrão, as araras anãs sobrevivem ao sair do ninho, pareiam com outros indivíduos e se reproduzem normalmente.” A massa corpórea, os comprimentos do corpo e da cauda foram as medidas que abasteceram as equações para as curvas de crescimento da espécie.
Para o ornitólogo Luís Fábio Silveira, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP), o artigo sobre o desenvolvimento dos filhotes de araras-azuis apresenta robustez estatística e é um dos poucos do país a contar com dados tão detalhados e provenientes de um trabalho de acompanhamento de três décadas. Além de ser importante para entender a biologia específica da ave pantaneira, a pesquisa traz informações que podem ser úteis para a elaboração de estudos comparativos com outras espécies de grande porte da família dos psitacídeos, como a arara-azul-de-lear (Anodorhynchus leari), ave endêmica do nordeste da Bahia e ameaçada de extinção.
“As informações sobre as curvas de crescimento da arara-azul são importantes para acompanharmos a disponibilidade de alimento em seu hábitat. Se a quantidade de aves anãs começar a aumentar, isso pode ser um indício de que os recursos naturais estão se tornando escassos”, comenta Silveira, que não participou do estudo coordenado por Guedes. “O trabalho também fornece elementos para estimarmos com maior precisão a idade de filhotes da espécie apreendidos pelas autoridades ambientais e combater o tráfico de aves.” Isso sem contar os subsídios que o estudo traz para a formulação de políticas públicas e de educação ambiental com foco na conservação da própria arara-azul.
Artigo científico
GUEDES, N. M. R. et al. Growth model analysis of wild hyacinth macaw (Anodorhynchus hyacinthinus) nestlings based on long‑term monitoring in the Brazilian Pantanal. Scientific Reports. 13 set. 2022.


domingo, 16 de outubro de 2022

O Que Aconteceu Com A Arara Roxa? (Artigo Traduzido!!)

Essa imagem foi feita no Photoshop ela não é a representação real dessa ave que supostamente existiu!!!

Olá Araras Azuis!!! Bem eu postei há um tempo atrás no Twitter que eu faria a tradução de um artigo sobre a suposta existência de uma Arara Roxa!! Primeiro pedi a autorização para a pessoa que escreveu esse artigo original! E essa pessoa me deu essa autorização todos os créditos da pesquisa vão para Karl Shuker o autor do artigo original em inglês! Obrigada por me deixar traduzir! Bem meu inglês não é um dos melhores por isso demorou tanto rs eu tive que pedir auxílio para o meu querido amigo Google Tradutor e depois repassar ele corrigir pequenos erros!! Bem aqui está o texto! Boa leitura! Lembrando que esse post é somente uma suposição do autor do artigo original e não está afirmando e nem confirmando nada!

Famosas por sua plumagem vistosa, as araras vêm em várias cores, mas o roxo nunca foi uma delas — ou não é?

O gênero Anodorhynchus — as chamadas araras-azuis — contém três espécies atuais (embora uma delas, a arara azul pequena, possa ter sido extinta recentemente). Curiosamente, como coloração da plumagem, o trio deste gênero pode ser organizado em uma gradação muito nítida, começando com, como o próprio nome indica, o intenso tom azul-jacinto da arara-azul-grande (ou hyacinthine) A. hyacinthinus , movendo-se sutilmente para os tons um pouco mais azul-turquesa da arara-azul-de-lear A. leari , que então se transforma ainda mais, produzindo um tom mais pálido, verde-turquesa, na arara-azul-pequena apropriadamente chamada A. glaucus .Mas e se essa gradação de cores também fosse extrapolada na direção oposta? Ou seja, além do tom azul marcante da arara-azul esverdeado levemente para o turquesa e daí mais ainda para o tom glauco, que tal aprofundá-lo, para produzir uma arara cuja plumagem fosse um tom mais escuro, predominantemente violeta ou roxo? Se esse quarteto de araras fosse então organizado em um espectro linear contínuo de cores em transformação, indo do roxo ao azul, do azul turquesa ao verde turquesa pálido, a formação seria: arara roxa, arara azul grande , arara azul de Lear e arara azul pequena. Claro, a arara roxa é puramente hipotética – não é?

Na realidade, tal ave pode de fato ter existido. Com base em alguns relatos de testemunhas oculares com séculos de idade, em 1905, ninguém menos que uma autoridade ornitológica do que Lord Walter Rothschild - fundador do famoso museu ornitológico de Tring em Hertfordshire (agora parte do Museu de História Natural de Londres, mas ainda baseado em Tring) - descreveu formalmente um misterioso ave há muito extinta de Guadalupe, que ele batizou de Anodorhynchus purpurascens , a arara roxa (também referida por algumas autoridades como a arara violeta, e às vezes atribuiu o nome específico incorreto purpurescens ). Sua descrição foi publicada no volume 16 do British Ornithologists Club's Bulletin . Rothschild também incluiu esta espécie em seu livro Extinct Birds (1907), juntamente com a placa colorida especialmente preparada incluída aqui neste meu post ShukerNature. Sua fonte original de informação foi um breve relato escrito por um 'Don de Navarette', intitulado 'Le gros Perroquet de la Guadaloupe [sic]', que apareceu em Rel. Quat. Voy. Cristo. (1838). Este escritor era, na verdade, ninguém menos que Martin Fernández de Navarrete y Ximénez de Tejada (1765-1844) - um marinheiro-historiador espanhol que redescobriu um resumo do reformador-bispo espanhol Bartolomé de las Casas (1484-1566) do log feito por Christopher Colombo durante sua primeira viagem às Índias Ocidentais.

Esse relato afirmava que, segundo Colombo, que visitou essa ilha em novembro de 1493 durante sua segunda viagem ao Novo Mundo, vivia em Guadalupe uma arara muito grande que era inteiramente de uma cor violeta/púrpura profunda e intensa, e que os nativos caribenhos pessoas referidas como o oné couli. Nenhum pássaro assim vive lá hoje, no entanto, e nem um único espécime preservado nem mesmo uma ilustração preparada diretamente por uma testemunha ocular existe desta enigmática arara roxa.

Por outro lado, até o início do século 18, uma segunda espécie de papagaio com penas violeta definitivamente vivia lá. Este foi o papagaio Amazona violacea de Guadalupe , que foi formalmente descrito e nomeado pelo naturalista alemão Johann Friedrich Gmelin em 1789, época em que se extinguiu, devido à caça por comida e ao desmatamento por atacado das florestas em que vivia.
Embora, assim como a arara roxa, não exista nenhum espécime preservado conhecido da Amazônia de Guadalupe, ao contrário da arara roxa, esse papagaio vistoso é conhecido por descrições boas e consistentes feitas por vários naturalistas (como Jean-Baptiste Labat, e zoólogo francês Mathurin Jacques Brisson) e viajantes (notadamente o missionário francês Jean-Baptiste Du Tertre). Consequentemente, em seu livro oficial Extinct and Vanishing Birds of the World (2ª edição revisada, 1967), o ornitólogo James C. Greenway Jr do Museu Americano de História Natural sugeriu que a descrição de Navarrete do oné couli de plumas violeta pode de fato ter sido nada mais do que "uma descrição descuidada de A. violacea ".

Na minha opinião, no entanto, teria que ser uma descrição excepcionalmente descuidada para confundir um papagaio de cauda longa do tamanho de uma arara com uma amazona de cauda curta muito menor. Além disso, enquanto se dizia que a arara roxa era inteiramente violeta/roxa, na Amazônia de Guadalupe essa cor em particular estava confinada predominantemente à cabeça e ao pescoço (e mesmo lá era um preto-violeta ardósia em vez de um roxo intenso). Em forte contraste, as costas, cauda e grande parte de suas asas e partes inferiores desta amazona eram de um verde profundo, com partes de suas asas exibindo penas amarelas, vermelhas e pretas. Não só no que diz respeito ao seu tamanho e forma, portanto, mas também em relação à sua plumagem multicolorida, não consigo ver como essa espécie poderia de alguma forma ser confundida com uma arara totalmente roxa.
Uma segunda sugestão oferecida por Greenway, e que também é apoiada por vários outros ornitológicos é que as araras roxas de Guadalupe podem simplesmente ter sido a arara azul grande ou mesmo a arara azul de Lear importadas por nativos comerciais para Guadalupe do continente sul-americano. Mais uma vez, no entanto, é difícil ver como a plumagem inequivocamente azul da primeira espécie ou mesmo os tons ligeiramente mais turquesa da última poderiam ser descritos como violeta profundo ou roxo.

Então, aqui, deixando-a perpetuamente em um sombrio limbo ornitológico como uma ave de ambiguidade tentadora, a menos que alguma informação adicional sobre ela um dia se torne disponível, é onde devemos nos despedir da intrigante arara roxa de Guadalupe - uma ave que pode, ou pode não ter existido, mas que, se realmente existiu, e era de fato uma arara, certamente deve ter sido uma das mais belas criaturas já vistas pelos olhos de seus extremamente afortunados observadores. 

Essa imagem foi feita no Photoshop ela não é a representação real dessa ave que supostamente existiu!!!
Espero que tenham gostado do conteúdo!! Foi legal traduzir este material isso me lembrou sobre minha pesquisa sobre a Arara Martinicus que eu estava fazendo mais parei na metade por falta de fontes seguras,provas,argumentos e até mesmo imagens!!! Obrigada por lerem esse post ele finalmente saiu!!!

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Arara que convivia com turistas no Jalapão, foi encontrada sem vida com pés amarrados e marcas de Tiro na cabeça!

Olá Araras Azuis!! Hoje eu os trago mais uma notícia Triste!! Uma Arara Canindé foi encontrada morta com tiros na cabeça e com os Pés amarrados! O ser humano é mesmo um monstro! Onde já se viu fazer isso com a pobre  e indefesa Arara! Ela estava quieta na dela não fazia mal a ninguém! Isso é inadmissível estou inconformada com essa notícia desde quando eu vi e  até agora! Quem me segue no meu Twitter (seja o do Blog ou o meu pessoal!) Sabe com quanta raiva eu fiquei com essa notícia! Eu praticamente fiquei xingando muito no Twitter rs! Mais sério até quando o ser humano vai continuar com o egoísmo,raiva no coração,ódio e impulsos malignos? Até quando vão matar nossos animais e destruir nossa natureza e se saborearem do ódio e da ganância pura! Por que? O que nos leva? A nada apenas a ruína! Nossos animais já sofrem tanto será que o ser humano um dia terá compaixão com os nossos semelhantes? Somos todos iguais temos que amar e respeitar todas as criaturas até a menor e a maior delas! Deixem nossas Araras em paz! Nenhum animal merece sofre isso ninguém! Isso é crueldade pura! Deixe nossas Araras em Paz isso e inadmissível até quando esse tipo de comportamento vai continuar? A extinção não tem volta não! Isso é algo horrível pense e repense suas atitudes! 
A matéria é do Site G1  Clique aqui para ler no site do G1
Os moradores do quilombo Carrapato, localizado na zona rural de Mateiros, no Jalapão, começaram a semana com uma triste notícia. Uma arara-canindé foi encontrada morta com marcas que podem ter sido provocadas por disparo de arma de fogo e isso deixou um sentimento de revolta.

Para piorar a situação, eles acreditam que o animal morto pode ser Nina, a arara que mesmo livre, convivia há pelo menos quatro anos perto dos moradores, dos restaurantes e sempre se aproximava dos turistas.

Ana Cássia Marques de Souza, de 37 anos, é dona de um restaurante perto da comunidade e conta que Nina está desaparecida deste o final da tarde de domingo (2). Segundo as informações que recebeu do pessoal da comunidade, Nina foi vista pela última vez próximo ao local onde a arara foi encontrada morta, na manhã de segunda-feira (3).

"Por volta das 9h40 recebi a mensagem e a angústia começou a tomar conta de mim. Comecei a divulgar nos grupos para ver se alguém tinha notícias dela. Ainda é um mistério enorme o que aconteceu", contou Ana Cássia.
Ela contou também que ultimamente a arara estava indo muito para cidade de duas formas: voando ou em cima de carros.

A estudante Denisa Matos da Silva praticamente cresceu com a Nina. Ela tem 16 anos e contou que sempre acordava com a arara entrando em seu quarto. No final da tarde de domingo, Nina chegou a deitar no colo do pai de Danisa. Pouco depois ela saiu voando e não foi mais vista.
"É muito difícil. Ela era muito apegada comigo. Todos os dias ela entrava no meu quarto. Quando eu acordava ela saía voando. Ela ficava no mato o tempo todo. Nem quis ir lá para ver se era realmente ela", lamentou a jovem aos prantos, pensando na possibilidade do corpo da arara ser da amiga de tantos anos.
Segundo a comerciante, a arara Nina nunca desapareceu por tanto tempo nos quatro anos que convive com os moradores da comunidade Carrapato. Ela e outros moradores estão se mobilizando para que, mesmo que não seja a Nina, esse crime não fique impune.

Ana Cássia disse que acionou a Polícia Militar Ambiental e que os moradores que encontraram o corpo da arara avisaram o Naturatins sobre a morte da arara. Toda a comunidade também está fazendo uma mobilização através das redes sociais para denunciar o crime ambiental.
O g1 pediu informações para a Polícia Militar (PM) sobre o caso e aguarda retorno.
O que diz a lei
Segundo o artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais, matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente pode ser penalizado com prisão de seis meses a um ano, além de pagamento de multa.

A pena pode ficar maior ainda se o crime ocorrer, entre outros pontos, durante a noite e com emprego de métodos ou instrumentos capazes de provocar destruição em massa.

Antes de ver no G1 a Matéria eu vi nesses perfis do Twitter:
Eu já perdi vários animais principalmente meu Agarponis Loki que eu era muito apegada(meu Anjinho lindo 🥺 você faz falta!) E sei o que essas pessoas nessa matéria estão sentindo ainda amais perder um membro da família (a Arara no caso!) Tao querida e tão companheira dessa forma terrível e cruel! Que Deus conforte o coração dessas pessoas! Sinto muito por essa perda! Ela está voando nos céus junto aos anjos e olhando vocês daqui de cima!! Meus sentimentos! Isso não vai ficar impune! Qualquer um dessa região que tiver informações entre em contato com a polícia imediatamente!! 
Para informações em tempo real sigam o  Twitter do Blog: @SantuarioArara

quarta-feira, 14 de setembro de 2022

NOTÍCIA URGENTE: Ararinha-azul é encontrada morta em Curaçá, no sertão da BA, diz o Projeto BlueSky!

Olá Araras Azuis Tudo bem?? Desculpem a faltas de post estou ocupada com os estudos e minha mãe ficou duas semanas internadas no hospital e eu fiquei todo esse tempo com ela cuidando dela e tentando a animar!! Bem essa notícia é triste por conta que uma das Ararinhas Azuis que foram soltas acabou sendo encontrada morta!! Mas por outro lado foi algo natural do próprio ciclo da vida!! Uma outra espécie a pegou como presa e não foi o ser humano se metendo a onde não é chamado!! 
Vamos para o post então?
Uma das oito ararinhas-azuis que ganharam vida livre em Curaçá, no sertão baiano, em junho deste ano, foi encontrada morta, nesta quinta-feira (8), segundo informações do projeto BlueSky Caatinga.
De acordo com o projeto, a ararinha foi encontrada morta próxima ao recinto e tudo indica que ela tenha sido vítima de predação.
Ainda segundo o BlueSky Caatinga, esse é um processo natural e já esperado.De acordo com a ONG, a ararinha saiu do grupo e não volta para a estação de alimentação desde a semana passada. A ONG, juntamente com o ICMBio, tentou localizar a ave de diversas formas, mas não teve sucesso.O instituto informou que as todas as ararinhas soltas usam uma espécie de coleira de identificação. No caso da ave desaparecida, há duas possibilidades: ou o aparelho está danificado ou foi destruído.
O g1 entrou em contato com a assessoria do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), que disse que aguarda mais informações de pesquisadores do instituto para se manifestar sobre o caso.

Na última quarta-feira (7), a ONG alemã Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP) informou que uma outra ararinha-azul está desaparecida.

De acordo com a ONG, a ararinha saiu do grupo e não volta para a estação de alimentação desde a semana passada. A ONG, juntamente com o ICMBio, tentou localizar a ave de diversas formas, mas não teve sucesso.

Comunicado oficial da BlueSky a ACTP Parrots  no Instagram:
Hoje não trazemos boas notícias, além de um desaparecimento, também tivemos a perda de uma Arara Spix. “Sempre soubemos que este dia iria chegar”, diz o Dr. Cromwell Purchase. “ a natureza será dura, e as novas aves libertadas estarão sujeitas a todos estes eventos naturais de vida e morte. No entanto, estamos tristes com a perda de um pássaro tão especial. Mas isso não nos impede de avançar para impulsionar à população o máximo possível nos próximos anos. “Uma ararinha desapareceu no dia 25 de agosto de 2022. Após oito dias, foi realocado via rádio-telemetria a alguma distância e foi avistado voando e forrageando com um bando de papagaios nativos antes que seu sinal fosse novamente perdido. Uma outra Ararinha também, por razões desconhecidas, deixou a área de lançamento no dia 06 de setembro de 2022. Infelizmente, no dia seguinte está Ararinha caiu nas presa de um predador a poucos quilômetros do local de libertação. As reintroduções são extremamente desafiadores para qualquer espécie, especialmente para uma que estava extinta na natureza. Na verdade, as próprias perdas representam oportunidades de aprendizagem contínua e avaliação de técnicas e estratégias. Segundo a ACTP, “os resultados até a data nos dizem que as Ararinhas estão a se adaptar com sucesso à natureza Na verdade, as próprias perdas representam oportunidades de aprendizagem contínua e avaliação de técnicas e estratégias. Segundo a ACTP, “os resultados até a data nos dizem que as Ararinhas estão a se adaptar com sucesso à natureza, os dispositivos de rádio-tracking estão a funcionar como projetados e a nossa estratégia global tem-se demonstrado sólida e eficaz. As Ararinhas libertadas estão gradualmente a torna-se independentes; a maioria permanece unida no rebanho, e todas estão cada vez mais espertas na obtenção de recursos. Seguimos em frente, continuando a lutar pela reintrodução deste lindo papagaio”.

O ciclo da vida é algo muito incrível,encantador e assustador!! Todos os animais tem o seu próprio ritmo!! Alguns são pressas outros são excelentes caçadores!! Alguns defendem seus filhotes e outros já expulsam seus filhotes dos ninhos!! Os animais são diferentes de nós seres humanos!! Podemos ser primatas mais muitos animais surpreendem nos com sua inteligência e jeito de viver!! Essa Ararinha infelizmente foi uma presa fácil para algum animal carnívoro mais antes morrer do jeito que deve ser seu ciclo da vida na natureza do que morrer nas mãos do homem ganancioso e cruel!! A natureza é surpreendente e muitas vezes triste!! Mais é o Grande Ciclo da Vida!!
Eu pretendo traduzir dois artigos sobre uma suposta Arara Roxa que foi extinta!! Acompanhem as redes sociais para mais informações!! Até a próxima e fiquem com Deus!! 

terça-feira, 9 de agosto de 2022

Voltalia disse cancelar usina próxima à área da ararinha-azul mantém estudos para licenciamentos!

Olá Araras Azuis!!! 
Onde Já se viu!!! Temos que parar logo com essa construção em Curaçá!! Essas aves não merecem sofrer tudo de novo!! @voltalia Vocês diseram na página da minha petição na change.org que não tinham mais intenções de construir esse complexo eólico em Curaçá! E agora quer fazer outro empreendimento e dizeram que suspenderam e não cancelaram? Como assim? Por favor quero entender isso!! A Vida das Nossas Ararinhas Azuis importam e muito!!
#UmaAraraImporta
Recebi o Link dessa Matéria do Site o Eco Ontem!Clique Aqui para Ler a Matéria no site o ECO!!
Vamos Para o Post 👇🏻
O levantamento para um parque eólico e a autorização para uma usina fotovoltaica ainda constam em sistema de órgão ambiental baiano
No semiárido baiano, a Serra da Borracha (centro da imagem) é alvo de projetos de usinas para a geração de energia solar e fotovoltaica. Imagem: Google Earth / O Eco
Há um mês, uma empresa do ramo de energia prometeu cancelar o projeto de um complexo eólico ao lado de área onde são reintroduzidas ararinhas-azuis, no sertão baiano. Mas, estudos para o empreendimento seguem ativos. No sistema do órgão ambiental do estado, também corre o licenciamento para uma usina fotovoltaica, na mesma localidade. O desmatamento e a operação das geradoras podem afetar espécies raras da Caatinga.

A Voltalia comunicou em 6 de julho que teria desistido de implantar uma usina eólica de 288 Megawatts com 48 turbinas na Serra da Borracha, em Curaçá, no sertão baiano. Na época, a empresa afirmou numa página de petições públicas “que não possui e nem tem intenção de iniciar projetos eólicos” na região. O local é vizinho de áreas protegidas onde são soltas ararinhas-azuis criadas em cativeiro. A espécie foi extinta na natureza em 2000.  

Todavia, até o fechamento da reportagem o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) não confirmou ter sido notificado quanto à desistência da usina em Curaçá. O Plano para Levantamento de Fauna Silvestre do projeto segue ativo junto ao órgão. Além disso, o gerente de Projetos da Voltalia, Francisco Petribu, afirmou no dia 12 de julho à Rádio Euclides da Cunha FM que o Complexo Eólico Serra da Borracha está “suspenso”, não cancelado. 

Pesquisadora do Núcleo de Reforma Agrária da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Lorena Izá Pereira avalia que o encerramento do parque eólico em Curaçá deveria ser oficializado pela empresa junto ao Inema. Além disso, as regras ambientais vigentes abrem espaço para um licenciamento mais criterioso desses projetos junto a territórios onde vivem espécies raras ou ameaçadas de extinção.

“Uma resolução do Ibama de 2014 permite que os órgãos ambientais determinem estudos completos de impacto ambiental dependendo de parâmetros como porte e localização das usinas eólicas. Todavia, muitos estados seguem liberando esses projetos com relatórios ambientais simplificados para atrair investimentos, como se fossem de baixo impacto”, destacou a geógrafa.

A ararinha-azul foi varrida da natureza por desmatamento, caça e tráfico. Oito primeiras aves criadas em cativeiro foram soltas para repovoamento de um refúgio de vida silvestre em Curaçá e Juazeiro, na Bahia, em junho. A reserva é rodeada por uma área de proteção ambiental (APA), também federal. Somam juntas 1.200 km², cerca do dobro da área da capital Salvador. As áreas protegidas são cortadas pela rodovia BA-120.

Procurada pela reportagem, a Voltalia mais uma vez se negou a conceder entrevista sobre seus projetos no sertão baiano, autorizados por órgãos públicos. Comentou apenas que “conforme falamos há algum tempo, a Voltalia cancelou o projeto na Serra da Borracha”. Também é da empresa uma usina eólica entre Canudos, Jeremoabo e Euclides da Cunha, a 200 km de Curaçá. Na região vive a também ameaçada arara-azul-de-lear.

Serra precisa de proteção

O banco de dados do Inema mostra que, em fevereiro deste ano, foi publicada a Licença Prévia para uma usina fotovoltaica de 193 Megawatts da Voltalia, vizinha ao projeto eólico. Conforme parecer do órgão ambiental, os projetos têm “sinergia”, estão associados. A fábrica de energia solar está a 1.800 metros dos limites da APA da Ararinha-azul. O território de influência indireta do empreendimento é de quase 110 km².

O documento aponta que a implantação da usina fotovoltaica eliminará ao menos 452 hectares de Caatinga na Serra da Borracha. Passando dos 850 metros de altitude, a área tem ‘prioridade extremamente alta de conservação’ e deveria ser enquadrada em unidade de conservação de Proteção Integral, reconhece o Inema. 

Na morraria vivem espécies raras e protegidas em lei. Entre elas figuram a onça-parda, caititu, cachorro-do-mato, sagui-da-cara-preta, mocó, tatu-bola e morcegos. Igualmente a umburana-de-cheiro, licuri, angico, aroeira, cactos e a orquídea chuva-de-ouro, protegida pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Silvestres Ameaçadas de Extinção (Cites). 

Conforme Izá Pereira, da Unesp, o número de projetos eólicos e fotovoltaicos dispara desde 2010 e ainda são vistos como de reduzido impacto socioambiental. “Seus prejuízos não eram conhecidos de início e precisamos reduzir a geração com hidrelétricas e combustíveis fósseis”, ressaltou. Mas as energias alternativas têm impactado severamente ambientes e populações, sobretudo no interior do Nordeste.

“Grilagem, arrendamento e comércio de terras por baixo valores, aumento de preços, ruído excessivo e presença de pessoas estranhas alteram a vida de inúmeros povoados. Empregos são gerados sobretudo na construção das usinas. Desmate, morte de aves e outras espécies são comuns. Comunidades e cientistas têm que ser mais ouvidos e atendidos no planejamento dessas usinas”, ressaltou. 

Entidades civis e pesquisadores compilaram prejuízos socioambientais de empreendimentos eólicos e solares, pequenas centrais hidrelétricas e linhas de transmissão em 37 municípios baianos. Conforme o levantamento, os projetos ocupam e degradam áreas preservadas, como topos de serras, bem como vulneráveis à crise do clima, como a Caatinga. 

“Se examinarmos (…) os regulamentos relacionados com a indústria da eletricidade (…) é possível determinar a existência de um sistema estrutural que permite a expropriação de recursos públicos, bens públicos, territórios e direitos de comunidades rurais e povos tradicionais, revelando assim uma dominação corporativa do setor elétrico”, descreve o dossiê ‘Energias Renováveis na Bahia: Caminhos e Descaminhos’.

O Brasil é o maior mercado das fontes solar e eólica no hemisfério sul, contou uma reportagem do The Intercept Brasil. A capacidade fotovoltaica instalada no país cresceu 30% no primeiro semestre de 2022 em relação ao período anterior. O salto ocorreu sobretudo no Nordeste. Um dos maiores complexos eólico-solares mundiais é da francesa Voltalia, construído no Rio Grande do Norte para gerar 2,4 Gigawatts.
Quando os seres Humanos vão  Pensar em nossos animais e na nossa natureza? Nós somos animais também só que primatas que podem se comunicar,escrever e construir coisas!! Por Favor vamos ter compaixão com nossas Araras!! Diga Não A construção de um complexo eólico em Canudos no Habitat da Arara Azul de Lear!! Vamos pressionar para eles não voltarem com empreendimentos em Curaçá!! Voltalia por favor cumpra o que vocês dizeram no site da minha petição da Change.org!! Eu não tenho nada contra empreendimentos eólicos e nem nada contra essa empresa só gostaria que vocês fizessem esse tipo de empreendimento em um lugar que não afetasse nenhum animal em risco de extinção!
Minhas aulas voltam hoje!! Perdoem eu não ter conseguido postar muito em Julho é por que estou fazendo duas pesquisas para postar no Blog! (Uma sobre doenças que acometem Psitacídeos mais velhos e outra sobre uma Suposta Arara que existiu e foi extinta a Ara Martinicus!) Eu gosto de escrever as coisas de com perfeição!! Quero trazer conteúdo de qualidade!P̶r̶a̶t̶i̶c̶a̶m̶e̶n̶t̶e̶ ̶e̶u̶ ̶n̶ã̶o̶ ̶f̶a̶ç̶o̶ ̶n̶a̶d̶a̶ ̶d̶a̶ ̶v̶i̶d̶a̶!̶!̶ ̶S̶o̶m̶e̶n̶t̶e̶ ̶e̶s̶t̶u̶d̶o̶ ̶p̶a̶r̶a̶ ̶m̶e̶u̶ ̶c̶u̶r̶s̶o̶ ̶ ̶d̶e̶ ̶A̶u̶x̶i̶l̶i̶a̶r̶ ̶v̶e̶t̶e̶r̶i̶n̶á̶r̶i̶a̶ ̶e̶ ̶p̶r̶o̶ ̶E̶n̶e̶m̶,̶f̶a̶ç̶o̶ ̶p̶e̶s̶q̶u̶i̶s̶a̶s̶ ̶p̶a̶r̶a̶ ̶o̶ ̶B̶l̶o̶g̶ ̶e̶ ̶n̶o̶ ̶t̶e̶m̶p̶o̶ ̶L̶i̶v̶r̶e̶ ̶e̶s̶t̶o̶u̶ ̶l̶e̶n̶d̶o̶ ̶c̶o̶m̶i̶c̶s̶/̶l̶i̶v̶r̶o̶s̶ ̶ ̶e̶ ̶e̶s̶c̶r̶e̶v̶e̶n̶d̶o̶ ̶F̶a̶n̶f̶i̶c̶!̶ ̶E̶n̶t̶ã̶o̶ ̶e̶u̶ ̶n̶ã̶o̶ ̶f̶a̶ç̶o̶ ̶m̶u̶i̶t̶a̶ ̶c̶o̶i̶s̶a̶ ̶d̶a̶ ̶v̶i̶d̶a̶ ̶n̶ã̶o̶ ̶k̶k̶k̶k̶k̶k̶k̶ ̶(̶t̶a̶m̶b̶é̶m̶ ̶g̶a̶s̶t̶o̶ ̶d̶i̶n̶h̶e̶i̶r̶o̶ ̶c̶o̶m̶ ̶u̶n̶s̶ ̶h̶o̶b̶b̶i̶e̶s̶ ̶e̶ ̶c̶o̶m̶ ̶ ̶I̶n̶t̶e̶n̶s̶ ̶p̶a̶r̶a̶ ̶m̶e̶u̶s̶ ̶p̶e̶t̶s̶!̶)̶ Eu Prometo que irei trazer um conteúdo sobre doenças em aves com idade avançada que será incrível!! Vocês irão amar!!! AGORA CHEGA DE ME JUSTIFICAR!!
Gente esse é o Simba o Novo integrante da Família ele é um porquinho da india Macho!! Um Fofo né?😍



terça-feira, 2 de agosto de 2022

Unidade de Conservação na Bahia registra 1º nascimento de arara-azul-de-lear após reintrodução da espécie

Olá Araras Azuis!!! Nada melhor que começar o mês com uma ótima notícia!!! Estou tão feliz por esse filhote de Arara Azul de Lear ter nascido!! Graças a Deus!! É tão bom ver uma notícia boa dessas!! Mais é triste saber que muitas Araras estão sendo eletrocutadas em canudos e que A construção de um complexo eólico pode arruinar toda a conservação da espécie!! Por Favor assinem a Petição para impedir a construção desse complexo eólico CLIQUE AQUI E ASSINE AGORA!! Essa notícia é super animadora!!!! Esse filhote da foto é tão fofinho😍 muito lindo!! Aposto que deve ser lindo ver ele voar e cantar pelos céus da Caatinga!! Essa noticia foi postada originalmente no Site do G1 CLIQUE AQUI PARA LER A MATÉRIA ORIGINAL!!!

Então vamos para a matéria:

Filhote é fruto da reprodução de aves soltas no Boqueirão da Onça em 2019; espécie exclusiva do Brasil corre risco de extinção.

A Área de Proteção Ambiental (APA) Boqueirão da Onça, na Bahia (BA), registrou pela primeira vez o nascimento de um filhote de arara-azul-de-lear (Anodorynchus leari) em vida livre. A notícia representa o início de uma nova história para a espécie, que corre risco de extinção na categoria Em Perigo. Isso porque, o novo integrante da família é fruto da reprodução de araras reintroduzidas na natureza, soltas em 2019 na região.

“A natureza resiste e temos um motivo e tanto para comemorar. O filhote já deixou o ninho e ainda é alimentado pelos pais, mas já ensaia sua primeira quebra do coquinho licuri, o principal alimento dessas araras”, destaca a coordenadora geral do Projeto de Soltura da arara-azul-de-lear no Boqueirão da Onça, Erica Pacífico.
Os indivíduos são monitorados após a soltura — Foto: Thiago Filadelfo/arquivo pessoal
Durante mais de duas décadas, o Boqueirão da Onça foi refúgio para os dois últimos indivíduos da espécie na localidade. Nunca houve registro de sucesso reprodutivo dessas aves, que já possuem idade avançada. “O fato dos dois últimos indivíduos não conseguirem garantir o crescimento dessa população resultaria em uma extinção local. Ou seja, caso não houvesse a soltura de novos indivíduos, a arara-azul-de-lear deixaria de existir no Boqueirão da Onça”, afirma.

Essa realidade começou a mudar em 2017 com a criação da Área de Soltura de Animais Silvestres Boqueirão da Onça na APA, onde foi construído um viveiro de treinamento pré-soltura para araras-azuis-de-lear nascidas em cativeiro e resgatadas acidentadas na natureza em outra localidade, conhecida como Raso da Catarina, localizada à 240 km do Boqueirão.

A primeira soltura no Boqueirão da Onça ocorreu em 2019, e foi composta por seis araras reproduzidas e doadas pela Fundação Loro Parque, na Espanha. As duas solturas seguintes, realizadas em 2021 e 2022, contaram com a doação de araras nascidas na Fundação Zoológico de São Paulo e de araras resgatadas acidentadas na natureza pelo Programa de Resgate da arara-azul-de-lear, do Criadouro Científico para Fins de Conservação Fazenda Cachoeira.

Além desses parceiros, o projeto de soltura conta com o financiamento da Enel Green Power e o apoio de órgãos ambientais do governo, como ICMBio, CEMAVE e INEMA, além de outros diversos parceiros nacionais e internacionais.

De acordo com a especialista, quando as aves estão prontas para voltar à natureza começa um processo de monitoramento.

"As araras são marcadas com anilha, microchip e medalha numerada ou GPS, assim, podemos estudar os seus movimentos diários e descobrir mais informações sobre as áreas de uso histórico pela espécie na localidade, como dormitórios, sítios reprodutivos e áreas de alimentação. Com esses dados é possível propor ações de conservação, garantindo não apenas a proteção das araras, mas também de diversas outras espécies animais e vegetais da Caatinga".

A arara-azul-de-lear é uma ave ameaçada de extinção exclusiva do Brasil — Foto: Caue Monticelli/ colaborador do projeto

Resgate cultural

Para a coordenadora do projeto, a presença das araras no Boqueirão da Onça também proporciona o resgate da memória cultural da população local, já que por mais de 20 anos apenas dois indivíduos eram avistados, e muitas crianças e adolescentes da região jamais ouviram falar da espécie. "Esse resgate cultural promove uma nova geração de pessoas mais sensibilizadas no que diz respeito à nossa relação com o meio ambiente", reforça.

Foto: Thatiana Andrade/ colaboradora do projeto
Sobre a espécie

A arara-azul-de-lear é uma ave ameaçada de extinção exclusiva do Brasil. A população atual tem cerca de 1.500 indivíduos em todo o país, sendo encontrada apenas na região do Raso da Catarina e no Boqueirão da Onça. Essas aves formam casais que se reproduzem uma vez por ano, gerando até três ovos, mas na maioria das vezes, apenas dois filhotes sobrevivem.

Os ninhos ficam normalmente em cavidades naturais em paredões de arenito-calcário, que muitas vezes são invadidas por abelhas exóticas. O principal predador natural é a águia-chilena, mas existem ainda outras ameaças que colocam em risco a sobrevivência da arara-azul-de-lear, como o tráfico de animais,as lesões ou mortes causadas por linhas de distribuição de energia e a destruição do seu habitat natural, a Caatinga.

Aves voltam a cruzar o céu do norte da Bahia (BA) — Foto: Paulo Cardoso/ colaborador do projeto

Sobre o projeto

Em 2016, o Grupo de Pesquisa e Conservação da arara-azul-de-lear, por meio da Qualis Consultoria Ambiental, iniciou o Programa de Soltura da arara-azul-de-lear no Boqueirão da Onça, tendo como um dos objetivos resgatar a memória ecológica da espécie na localidade.

Três solturas já foram realizadas, totalizando 19 araras-azuis-de-lear soltas na natureza. O Programa é integralmente financiado pela ENEL GREEN POWER através de uma condicionante para a operação do Parque Eólico Delfina, localizado nos arredores do Boqueirão da Onça.
Equipe e colaboradores reunidos na base de campo do projeto. — Foto: Paulo Cardoso/colaborador do projeto
Ciência cidadã

Você sabia que a comunidade é parte fundamental na proteção das araras e no auxílio à coleta de informações sobre a espécie?

Os moradores das comunidades do Cercadinho e da Gameleira do Dida, assim como de outras comunidades do entorno da Área de Soltura, são grandes colaboradores do projeto. Auxiliam no monitoramento colaborativo relatando avistamentos, permitem o acesso dos pesquisadores às suas propriedades para monitoramento, além de estarem sempre de olho nas araras, garantindo a sua proteção.


Bem é esse o post!! Obrigada por lerem até o Final!! Não está tendo muitas postagens no Blog por que eu procuro sempre fazer um ótimo conteúdo estou fazendo uma pesquisa sobre a Ara Martinicus para postar aqui!! Isso requer,tempo e muita dedicação!! Mais esse processo teve um retrocesso após eu sem querer ter adicionado duas informações falsas e uma informação que a fonte não é tão confiável!! Minhas aulas voltam dia 9/08!! As vezes fica mais fácil atualizar o Twitter e o Instagram por que não preciso postar algo tão complexo e bem escrito!! Desculpem a ausência no Blog!! Eu procuro ao máximo trazer conteúdo de qualidade para vocês e também um conteúdo com fontes seguras!!! Bem é só isso até o próximo post!!💘




sábado, 23 de julho de 2022

Notícias Urgentes: Exemplares da Arara Azul de Lear estão morrendo eletrocutadas!! NeoEnergia Coelba Faça alguma coisa!

Olá Araras Azuis!! A nossa Luta pela Arara Azul de Lear está cada vez mais complicada!! Muitas Araras Estão morrendo eletrocutadas precisamos fazer algo urgente!!!

Isso é inadmissível!! Até quando as Nossas Arara Azul de Lear vão continuar morrendo eletrocutadas???  Neo Energia Coelba precisamos tomar providências sérias!!! Temos que pensar em nossas Araras!!!  Essa espécie já sofre com construção de um complexo eólico em seu habitat e o tráfico de animais!! Vamos pressionar a Coelba até eles  tomarem uma providência!! Quem tiver mais imagens e notícias me mande no direct do Instaram,Twitter ou pelo meu E-mail nathysmarcon@gmail.com !! Vou postar aqui no blog,Instagram  e no Twitter!!
#UmaAraraImporta 
FAÇA ALGUMA COISA COELBA!! POR FAVOR URGENTEMENTE!!!

Atualizaçãos recentes sobre a Ararinha Azul!!

Olá Araras Azuis!!! Tudo bem??? Hoje vim trazer uma atualização sobre nossas amadas e queridas Ararinhas!! Eu posto direto no Instagram e no Twitter essas atualizações em tempo real!! As vezes eu eu não consigo entrar no blog mais graças a Deus eu consigo atualizar as redes sociais!! Acho que vou reativar o animo voltar postar lá!! Estou postando conteúdo sobre Araras no meu Tik Tok também (tanto pessoal e o do Blog!!) Bem estou de férias mais também ando beeeem ocupadaaaaa!!! Vou procurar atualizar sempre o blog viu?! Bem eu estou tão feliz que as Ararinhas Azuis estão conseguindo se adptar!! Isso me alegra tanto!! Tomare que elas prosperem muito mais na natureza!!! Amém!! 
❗Extinto na natureza! O Retorno - Atualizações 🌎
 Sete semanas após a soltura das oito araras-azul na natureza, atingimos novamente um marco crucial do projeto. Temos essas fotos fantásticas da Caatinga hoje. Eles mostram o incrível progresso que as araras de Spix liberadas fizeram no forrageamento na natureza.

 Nossa equipe no Brasil pôde observar os papagaios quando eles começaram a forragear ativamente e comer diferentes plantas. Modelos para esse comportamento são as araras de Illiger, que, com sua busca ativa por alimentos, ensinam as araras interessadas a se alimentarem na natureza. Todos os oito papagaios estão indo bem, retornando regularmente ao aviário de soltura e visitando o centro de reprodução.

 Desejamos-lhe um fim de semana relaxante! 💙

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 O Projeto de Liberação do Spix's Macaw só é possível graças aos muitos anos de apoio de nossos parceiros, como 🇧🇷 ICMBio 🇧🇪 Pairi Daiza Foundation 🇶🇦 Spix Macaw (AWWP) 🇩🇪 BlueSky Global 🇳🇱 Wisbroek 🇩🇪 Museum für Naturkunde Berlin 🇩 🇪 Zoologische Gesellschaft für Arten- und Populationsschutz e.V. - ZGAP 🇧🇷 NuTrópica Nutrição Especializada 🇩🇪 Grumbach Brutgeräte 🇩🇪 Arndt-Verlag 🇩🇪 Wachtel-Shop.com 🇩🇪 birdfarm büngerheide 🇺🇸 Parrots International …e muitos, muitos mais. ❤️ Muito obrigado também aos parceiros e apoiadores envolvidos no projeto, que não mencionamos aqui!
As Fotos:
Essas Fotos são maravilhosas!! Alegram meu coração!!! Estou tão feliz  mais tão feliz por elas estarem livres na natureza!!! Essa é a melhor notícia do ano!!! Essas  atualizações me alegram tanto💙Estou tão feliz que a Ararinha Azul voltou para natureza!! Aquelas fotos que eu vejo delas juntinhas na natureza com os Maracanãs aquecem meu coração!!! Que lindas graças a Deus voltaram para a Natureza!!💘ELAS ESTÃO LIVRES E FELIZES!!! POR FAVOR NÃO FAÇAM MAL A ELAS!! SÓ PEÇO ISSO!!
Hoje passou o filme Rio 2 Na Sessão da tarde!! O Blu é uma ave domésticada e bem humanizada! Ele não sabe viver livre no seu habitat natural o Blu seria uma presa fácil para humanos e outros animais!! Esse filme mostra o efeito drástico da domesticação de animais silvestres e que muitos morrem na natureza por conta disso!! As Ararinhas Azuis são endêmicas da Caatinga não são da Amazônia!!!